
por Enzo Beber e Vinícius Yutaka, estudantes de Jornalismo da UFMG
A Seleção Brasileira Feminina de Rugby encerrou no último domingo, (7), a sua participação na 10ª edição da Copa do Mundo de Rugby em jogo contra a Itália, em partida válida pela terceira rodada da fase de grupos. Com o placar de 64×3 para as europeias, as Yaras se despedem da competição após marcarem seu nome na história da modalidade, carregando o feito de protagonizarem a primeira participação de um time sul-americano na história da seleção.
Realizada na Inglaterra, a competição reuniu outras 15 seleções além da estreante verde e amarela. “O Rugby XV abraça para a gente poder estar colocando o Brasil na elite do Rugby Mundial de XV, para a gente é algo que é difícil explicar com palavras, que é uma conquista muito grande”, diz a jogadora da seleção Raquel Kochhann em matéria da CBN.
Após a estreia em 2008, as Yaras ficaram anos sem compromissos oficiais, quando voltou a disputar jogos internacionais em 2019, contra a Colômbia. De lá pra cá, a Seleção disputou 15 test matches, com vitórias históricas sobre Portugal, em 2023, e sobre a própria Colômbia, em 2024, que rendeu a classificação inédita para a copa do mundo.
“E assim a gente espera conseguir levar esse esporte, essa modalidade para muito mais brasileiros e mostrar para o mundo que o Brasil, sim, merece um pouco de atenção e o seu espaço”, conclui a jogadora que, por sinal, foi porta-bandeira do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris.
Expediente
Redação: Enzo Beber e Vinícius Yutaka
Edição: Olívia Pilar
Coordenação: Ana Carolina Vimieiro