
Por Cauê Siwek, estudante de Jornalismo da UFMG
Na última segunda-feira (22), ocorreu, em Paris, a cerimônia da Bola de Ouro 2025, que premia os melhores da temporada em diversas categorias. O destaque principal da noite é sempre o de quem leva a bola de ouro para casa. Neste ano, assim como nos últimos dois, a eleita como melhor jogadora do mundo foi a espanhola Aitana Bonmatí, meia-campista do Barcelona.
Após receber o troféu, a jogadora proferiu belas palavras sobre a importância dessa conquista pessoal para ela. Em uma de suas falas, Aitana comentou que era um sonho de infância ser coroada a melhor do mundo, mas um sonho que era impossível, uma vez que a Bola de Ouro feminina iniciou apenas em 2018. A espanhola disse ainda, que, com essa premiação para o futebol de mulheres, a possibilidade de ela e outras jogadoras se tornarem inspirações e ídolas para as futuras gerações, assim como, Xavi e Iniesta foram as dela, se torna maior.
Assim como todo evento desse porte, as polêmicas tomaram conta em relação ao destino desse troféu. Outras duas espanholas, Alexia Putellas, também do Barcelona, e Mariona Caldentey, do Arsenal, apareciam até com mais favoritismo para ganharem o prêmio. Putellas teve números melhores na temporada, enquanto Caldentey detinha o argumento de ser campeã da Champions League em cima das próprias concorrentes. Entretanto, o nome e a regularidade pesaram na votação e a Bola de Ouro acabou se direcionando mais uma vez aos caminhos de Aitana Bonmatí.
Além disso, outros troféus de diferentes categorias também foram distribuídos. A equipe do Arsenal foi nomeada como melhor clube feminino do ano, Ewa Pajor, polonesa do Barcelona, recebeu o prêmio Gerd Müller, de melhor marcadora da temporada. O título europeu da seleção inglesa contribuiu para o Troféu Yashin ser destinado à Hannah Hampton, eleita a melhor goleira do mundo, e também para, no Troféu Johan Cruyff Feminino, Sarina Wiegman ser coroada a melhor treinadora do ano. Por fim, o Troféu Kopa Feminino foi entregue à Vicky Lopez, espanhola do Barcelona, considerada a melhor jogadora sub-21 do mundo.
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Redação: Cauê Siwek
Edição: Olívia Pilar
Coordenação: Ana Carolina Vimieiro