Gio Garbelini nega acusações de racismo em jogo da Copa da Rainha

Gio Garbelini, do Atlético de Madrid, durante treino. (Foto: Atlético de Madrid/Divulgação)

Por Cauê Siwek, estudante de jornalismo da UFMG

Na última terça-feira (17), o Atlético de Madrid garantiu vaga na final da Copa da Rainha ao vencer o Tenerife por 1 a 0, em partida válida pela semifinal da competição. O confronto que foi marcado não somente pela disputa com a bola, mas acabou ganhando repercussão também por um episódio fora do aspecto esportivo.

Durante o jogo, surgiu uma acusação de racismo envolvendo a atacante brasileira Gio Garbelini, do Atlético de Madrid. De acordo com o relatório oficial da partida, a goleira do Tenerife, Noelia Ramos, informou à árbitra que a jogadora do Atlético teria se dirigido à atleta Fatou Dembele como “negra”. Apesar do relato, a arbitragem destacou que nem a juíza e nem a equipe de assistentes ouviram a suposta declaração, embora o protocolo antirracismo tenha sido acionado, interrompendo o jogo por cerca de cinco minutos.

No dia seguinte, Garbelini se pronunciou publicamente por meio das redes sociais, negando a acusação e afirmando que não utilizou a expressão mencionada na súmula. O caso segue repercutindo, enquanto o Atlético de Madrid comemora a classificação para a decisão da Copa, na qual vai enfrentar a equipe do Barcelona no dia 16 de maio.

Expediente

Redação: Cauê Siwek

Edição: André Quintão

Coordenação: Ana Carolina Vimieiro

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