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Novos contextos, novos desafios

Com a pandemia de Covid-19 e com o adiamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020, os atletas brasileiros estão lidando com novos desafios em suas rotinas de preparação. Confira os detalhes na 3ª Edição da Revista Marta.

Preparação e preocupação: a rotina dos atletas durante a pandemia

Como os atletas enfrentaram as mudanças do calendário esportivo de 2020 e ainda estão lidando com as instabilidades decorrentes da pandemia? Entrevistamos os atletas Lucas Tobias, da ginástica de trampolim, e Laís Nunes, do wrestling, além de Regys Silva, criador do portal Surto Olímpico, para entendermos como tem sido os treinamentos e quais serão as dificuldades dos atletas brasileiros em Tóquio.

O que Tóquio 2021 reserva para o Brasil?

A pandemia afetou a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de diversas maneiras. Como isso pode afetar o rendimento do Brasil? Olhamos para os resultados do país desde 2004 para prever como pode ser 2021.

Os desafios da cobertura jornalística em Jogos Paralímpicos

Apesar de ser o segundo maior evento esportivo do mundo, os Jogos Paralímpicos não ocupam lugar de destaque na cobertura da emissora detentora dos direitos de transmissão no Brasil, a Rede Globo. Com a pandemia, a perspectiva é que a cobertura para 2021 seja ainda mais reduzida do que no passado.

MartaCast #3: As Olimpíadas de 1940 e 2020

No terceiro episódio do MartaCast, abordamos as semelhanças entre as Olimpíadas de 1940, que seriam no Japão e foram canceladas por causa da guerra, e as de 2020. Para refletir sobre os impactos do adiamento, conversamos com os atletas Isaquias Queiroz (canoagem) e Izabela Campos (arremesso de disco), com o estudante brasileiro vivendo no Japão Leonardo Borges e o pesquisador Rafael Campos.

Multicampeão no caratê, Douglas Brose vive sonho olímpico

Em entrevista à Revista Marta, carateca revelou as expectativas de se classificar para as Olimpíadas de Tóquio, detalhou a sua relação com o esporte e com a família, além de explicar quais os próximos passos para chegar a tão sonhada competição.

Mudando o mundo a partir do esporte

É preciso reconhecermos que a mídia esportiva brasileira é racista para vislumbrarmos algum caminho para que ela se transforme numa mídia comprometida com a luta antirracista.

Tempo de Erguer a Voz: Racismo e ativismo de atletas no Brasil e no mundo

Após a morte de George Floyd (EUA) e João Pedro (Brasil), vítimas da violência policial e do genocídio negro que assola de norte a sul o continente, atletas usaram sua presença nas redes sociais e nas quadras como forma de combate ao racismo. Te convidamos a conhecer a trajetória da luta antirracista dentro e através do esporte.

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