O time brasileiro mostra resultados promissores. Destaques incluem Maria Eduarda Arakaki e Bárbara Domingos. A competição ocorrerá em agosto.
Categoria: Esportes Femininos
A luta olímpica, um dos esportes mais antigos dos Jogos Olímpicos, inclui dois estilos: greco-romano e livre. Com uma história rica e emocionante, o esporte continua a inspirar espectadores globalmente. Competições são realizadas em categorias de peso e seguem um formato de eliminação direta com repescagem para a medalha de bronze.
A lesão de Isaac Souza às vésperas de Paris 2024 coloca somente Ingrid Oliveira nos holofotes brasileiros da modalidade para esses Jogos Olímpicos que prometem novamente entregar um pódio Chinês. Confira mais sobre os saltos ornamentais, sua história e desafios, por meio deste guia completo realizado pela Revista Marta especialmente para te deixar em dia com as Olímpiadas.
Esporte é um dos mais tradicionais nas Olímpiadas; Isabela Abreu defende o país.
O judô estreou nas Olimpíadas em 1964 e tem o Japão como grande dominador, com 94 medalhas. O Brasil, com 24 medalhas, conta com 13 representantes em Paris 2024. Os destaques brasileiros incluem Mayra Aguiar, Rafaela Silva e Daniel Cargnin, fortes candidatos ao pódio.
A modalidade trouxe uma nova dimensão aos Jogos Olímpicos, combinando velocidade, habilidade e estratégia em um formato de jogo curto e emocionante. A presença da equipe feminina do Brasil marca um avanço importante para o esporte no país.
Inspirado na prática circense, a ginástica de trampolim tinha pouca visibilidade, principalmente no Brasil. Agora, com um time completo jamais visto representando o comitê brasileiro, Camilla Lopes, Rayan Dutra e Alice Gomes procuram um lugar nos pódios olímpicos. As provas classificatórias começarão no dia 2 de agosto às 7 h.
Paôla Reis Santos, nativa de Salvador, tem a chance de ganhar a primeira medalha do Brasil no BMX Racing, uma modalidade de ciclismo nas Olimpíadas. As corridas em pista fechada são disputadas em rounds com pontuações para avançar. O Brasil tem uma vaga na modalidade feminina e a esperança reside em Paôla.
Além da atleta natural de Milão na modalidade de espada individual, o Brasil terá uma estreante em Olimpíadas na categoria florete e um medalhista nos Jogos Pan-Americanos de 2023 no florete masculino.
Apesar de competir com potências e ser difícil alcançar o ouro inédito na categoria, o Brasil pode sonhar com o pódio Olímpico e tentar repetir sua melhor colocação nos jogos, conquistando mais uma medalha de prata no torneio. Após o trabalho de Pia Sundhage, o Brasil passou por uma reformulação sob o comando de Arthur Elias.