O futebol feminino brasileiro tem conquistado novos espaços, torcedores e torcedoras a cada temporada. Apesar da expansão constante, ainda há desafios importantes que impedem a modalidade de alcançar todo o seu potencial, entre eles, o difícil acesso aos estádios, a pouca divulgação dos jogos e a limitação na venda de ingressos, principalmente nas fases iniciais dos campeonatos.
O futebol feminino brasileiro vive atualmente um período de transição decisivo. Trata-se de uma fase marcada por uma tensão permanente entre duas demandas igualmente urgentes: de um lado, a cobrança imediata por resultados expressivos dentro de campo, que alimentem a paixão da torcida e sustentem a visibilidade do time; de outro, a necessidade de estruturar bases sólidas, capazes de assegurar profissionalização e longevidade ao projeto.
A maior artilheira do Brasileirão, com 74 gols, vive um momento histórico no Cruzeiro, clube que a contratou para ser a cara de um projeto que vem provando o potencial do futebol de mulheres com planejamento e investimento.
Conheça a trajetória de Vanessa Lorrany, a talentosa atacante de 28 anos que defende o manto azul desde quando o Cruzeiro jogava no futebol amador, em 2019.
Em virtude da excelente participação e desempenho nos Jogos Universitários Mineiros (JUMs), a UFMG chega aos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) com um feito inédito: será a maior delegação entre as universidades públicas do país. Ao todo, a equipe contará com 90 representantes distribuídos em sete modalidades.
O Campeonato Mineiro de Futebol Feminino 2025 está de volta. A competição começa neste sábado (20) e terá seis clubes na disputa: Valadares EC, Itabirito, Cruzeiro, América, Araguari e Atlético-MG. A grande novidade desta edição é a decisão em dois jogos, com o último previsto para 15 novembro.
A Neo Química Arena foi palco de um duelo digno de final de Brasileirão Feminino. Corinthians e Cruzeiro entraram em campo, neste domingo (14), para decidir a edição de 2025 em um jogo de emoções intensas, disputado até os minutos finais. No fim, prevaleceu o histórico do Timão, que venceu por 1 a 0 e levantou o sétimo troféu nacional de sua história.
A final do Brasileirão Feminino, que coroou a equipe do Corinthians heptacampeã sobre o Cruzeiro, rendeu não apenas uma disputa acirrada dentro das 4 linhas: fora de campo, a rivalidade englobou jogadoras, torcida e, até mesmo, as diretorias dos clubes.
A partida entre Corinthians e Cruzeiro pela final do Campeonato Brasileiro A1 no último domingo (14) teve a maior renda de futebol de clubes feminino do Brasil. A vitória do time paulista por 1 a 0 na Neo Química Arena arrecadou R$1.237.699,00, e foi a primeira partida da história do futebol de mulheres a ultrapassar 1 milhão de reais de renda. O público foi de 40.727 pagantes, com o valor do ticket médio de 30 reais.
Na tarde do último domingo (14), Atlético e Santos empataram por 1 a 1 na Arena MRV, em partida válida pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado deixou o Galo na 13ª colocação, enquanto o Peixe segue apenas uma posição acima da zona de rebaixamento. No entanto, o placar acabou em segundo plano diante de uma grave denúncia.