A Associação Atlética de Medicina da UFMG, a Conclave, está em contagem regressiva para os Jogos Intermed Minas 2025. A competição, que reúne as maiores faculdades de Medicina do estado, será realizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, de 11 a 14 de outubro. A equipe entra na disputa com um histórico impressionante: a atlética já foi campeã 25 vezes do torneio.
A Associação Atlética da Faculdade de Direito da UFMG, a Vetusta, confirmou sua participação nos Jogos Jurídicos Mineiros de 2025. O evento, que reúne atléticas de faculdades de Direito de todo o estado, será realizado em Patos de Minas entre os dias 20 e 23 de novembro.
O Departamento de Esportes da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da UFMG promoveu, no dia 10 de setembro de 2025, a primeira edição do Summit 360°: Educação Física em Ação. O evento celebrou o Dia do Profissional de Educação Física (1º de setembro) e marcou a chegada dos professores Leonardo Fagundes e Lucas Savassi ao departamento.
Tal qual a geração de prata do vôlei, esse vice-campeonato das Cabulosas parece ser o prenúncio de coisas muito maiores no futuro do time feminino do clube mineiro.
O time feminino do Cruzeiro conquistou um feito inédito em sua curta história ao chegar na final do Campeonato Brasileiro Feminino. A equipe com apenas seis anos de existência fez sua melhor campanha desde sua fundação, em 2019. Além de cumprir o principal objetivo do ano, a tão sonhada vaga na Copa Libertadores Feminina. Com participação em quatro competições na temporada, que ainda não chegou ao fim, as Cabulosas colocaram e marcaram o nome no cenário nacional.
Em 2025, o Cruzeiro feminino atingiu seu melhor momento: decisão do Brasileirão, estádio cheio e desempenho sólido em jogos grandes. Para quem vê de longe, pode parecer surpresa, mas para quem acompanha a modalidade em Minas, sabe que é resultado de um grande trabalho. O clube alinhou gestão, orçamento, continuidade de comissão técnica e mobilização de torcida — fatores que, juntos, explicam a temporada.
Movido por sonhos e obstáculos, o futebol feminino evolui a cada ano que passa ao redor do mundo – mesmo que em um ritmo abaixo do esperado. Com grandes estrelas e campeonatos cada vez mais competitivos, a modalidade é movida não só pela ambição e pelo talento das jogadoras, mas também por grandes contratos de patrocínios para ganhar cada vez mais espaço nas telas e no coração da torcida.
Torcida organizada do Cruzeiro de garotas hoje conquista espaço nas arquibancadas, quebra estereótipos e fortalece o futebol das mulheres.
O futebol feminino brasileiro tem conquistado novos espaços, torcedores e torcedoras a cada temporada. Apesar da expansão constante, ainda há desafios importantes que impedem a modalidade de alcançar todo o seu potencial, entre eles, o difícil acesso aos estádios, a pouca divulgação dos jogos e a limitação na venda de ingressos, principalmente nas fases iniciais dos campeonatos.
O futebol feminino brasileiro vive atualmente um período de transição decisivo. Trata-se de uma fase marcada por uma tensão permanente entre duas demandas igualmente urgentes: de um lado, a cobrança imediata por resultados expressivos dentro de campo, que alimentem a paixão da torcida e sustentem a visibilidade do time; de outro, a necessidade de estruturar bases sólidas, capazes de assegurar profissionalização e longevidade ao projeto.