A brasileira Vitória Miranda conquistou, na última sexta-feira (6), o título do Grand Slam de Roland Garros de tênis na categoria júnior para atletas em cadeira de rodas. Na decisão, derrotou a americana Sabina Czauz por 2 a 0 com parciais de 6/3 e 6/2.
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Em bom jogo da brasileira Carolina Meligeni, atual número 283 do ranking da WTA, ela derrotou a italiana Aurora Zantedeschi (332ª) por 6/4 e 6/3, em 1h37 de partida, pelas oitavas de final do do ITF W75 de Caserta.
As duas brasileiras mais bem colocadas no ranking mundial juvenil atingiram suas melhores marcas na última segunda-feira (1). A potiguar Victória Barros e a paulista Nauhany Silva subiram na classificação com as vitórias conquistadas em Roland Garros na semana passada.
A brasileira Luisa Stefani estreou nessa terça na grama do torneio de Queen’s, em Londres. Jogando ao lado de sua parceira fixa da temporada, a húngara Timea Babos, elas venceram a dupla formada por Daria Kasatkina, que agora joga com a bandeira da Austrália, e a croata Donna Vekic por 2 sets a 0, parciais de 6-3 e 6-4.
Após bom início no juvenil de Roland Garros, Victoria Barros caiu diante da americana Julieta Pareja, 14ª do mundo no ranking juvenil e 319ª no profissional, por um duplo 6/2 em 1h10min de duração na quadra 10 do complexo parisiense, após um bom torneio da brasileira.
Bia Haddad iniciou bem a temporada de grama do circuito mundial de tênis. Pela primeira rodada do WTA 500 de Queen’s, em Londres, a atual número 22 do ranking venceu, de virada, na última segunda-feira (9), a tcheca Petra Kvitova, ex-número 2 e atual 574, por 2 sets a 1, com parciais de 2/6, 6/4 e 6/4, em 2h17min.
A Luisa Stefani se despediu de Roland Garros 2025 na última segunda-feira (2), ao lado da húngara Timea Babos, após uma dura derrota nas oitavas de final da chave de duplas. Elas foram superadas pela parceria número 1 do mundo, formada pela tcheca Katerina Siniakova e pela americana Taylor Townsend, por 2 sets a 1, com parciais de 6/7, 6/3 e 6/4, em 2h43min de partida.
Neste episódio, falamos sobre a derrota de Bia Haddad Maia na estreia do simples em Roland Garros, do desempenho das brasileiras no WTA 500 de Estrasburgo, onde Bia fez semifinais e Luisa Stefani conquistou seu primeiro título na terra, da vitória do Cruzeiro sobre o Palmeiras no Brasileirão feminino, mantendo ampla vantagem na liderança, da campanha de Bruna Takahashi no Mundial de Tênis de Mesa e muito mais.
No Aberto da França, a sessão noturna tem apenas um jogo e, historicamente, desde a introdução desta em 2021, apenas quatro jogos de mulheres foram disputados em 48 partidas. O último jogo de mulheres a ocorrer na sessão noturna foi Aryna Sabalenka contra Sloane Stephens em 2023.
Principais nomes brasileiros como Bia Haddad e Luisa Stefani devem jogar. Atletas sulamericanas também. Mas, como torneio ocorre concomitante ao WTA 500 de Guadalajara, não devemos ter outra top 30 além de Bia em função das regras da WTA. Organização pode apostar em trazer nomes interessantes que estão fora do top 30 como Naomi Osaka e Victoria Azarenka.