
Por Vivian Martinho, estudante de jornalismo da UFMG
Longe das quadras desde Wimbledon, a brasileira Luisa Stefani optou por não disputar o WTA 1000 de Toronto, iniciado no último dia 02 de agosto para se dedicar ao tratamento de uma lesão no cotovelo direito, região que já vinha exigindo o uso de proteção há alguns torneios. O principal objetivo é chegar completamente recuperada para disputar o WTA 1000 de Cincinnati, que antecede o US Open.
Atual número 4 do ranking, Stefani vive um dos melhores momentos da carreira na dupla formada com a canadense Gabriela Dabrowski, tendo alcançado o melhor ranking com a campanha construída em Wimbledon, onde ficou com o vice-campeonato. No Race to Finals, que foi realocado de Riad para Indian Wells, a dupla ocupa o segundo lugar entre as que mais somam pontos ao longo do ano, atrás apenas de Katerina Siniakova e Taylor Townsend.
A programação da brasileira agora está voltada para a temporada de quadras rápidas. Cincinnati será disputado entre os dias 13 e 23 de agosto e aparece como possível retorno de Stefani ao circuito. Depois, a temporada segue para Nova Iorque, onde o US Open começa no dia 30 de agosto e será o último Grand Slam do ano.
É a segunda vez que Luisa abre mão de um Masters 1000 no ano para cuidar de uma lesão. No início da gira de saibro, Stefani e Dabrowski ficaram de fora do WTA 1000 de Madri por conta de um incômodo no pé com que vinha lidando desde o WTA 1000 de Dubai, onde conquistou o primeiro título da temporada. Ao retornar, conquistou o WTA 500 de Estrasburgo e o WTA 250 de Eastbourne, além de chegar à final em Wimbledon.
Agora, a prioridade de Stefani passa a ser concluir a recuperação a tempo de retornar ao circuito antes de disputar a chave de duplas femininas no último Grand Slam do ano, com início previsto para o dia 03 de setembro.
Expediente
Redação: Vivian Martinho
Edição: Rafaela Souza
Coordenação: Ana Carolina Vimieiro