Por Catarina Silveira, estudante de jornalismo da UFMG

No último feriado de Corpus Christi (04 a 07) aconteceu a 11° edição da Copa Inter Atléticas na cidade de Uberaba, Minas Gerais. Depois de quatro dias intensos de competições em 14 modalidades diferentes, os grandes campeões das 3 divisões foram definidos e anunciados na Arena dos Campeões (07). Na primeira divisão, a Conclave, atlética de Medicina da UFMG, foi a grande campeã da edição de 2026 com 143 pontos, tendo seu 2° título geral confirmado 1 dia antes do fim da competição.
Após o vice-campeonato em 2025, com uma diferença de apenas 3 pontos para o primeiro colocado (Engenharia UFU), o Conclave Médico Desportivo garantiu o título de grande campeão da CIA 2026 com 17 pontos de vantagem do segundo colocado. O pódio foi seguido pela Engenharia UFU em segundo lugar com 126 pontos e pela Medicina UFTM em terceiro lugar com 110 pontos. Em conversa com Zayra, Presidente da Atlética, e Henrique Sant’Anna, Coordenador Geral da Atlética, os diretores contaram qual foi a sensação ao conquistar o bicampeonato no sábado.
Para essa CIA, a Conclave foi em peso para Uberaba com uma delegação de quase 600 pessoas, dentre esses 250 atletas de todas as 14 modalidades. O foco neste ano foram as modalidades individuais, que garantiram 6 pódios para a Atlética. “Focamos bastante nos individuais, que são os nossos pontos fortes. Sempre vamos atrás de todos os atletas para que não falte nenhuma categoria” diz Zayra sobre o foco na preparação da delegação. As modalidades que garantiram o ouro foram Atletismo Masculino, Natação Feminino e Masculino e Jiu-Jitsu Feminino.
Além do ótimo desempenho nas individuais, as modalidades coletivas foram parte importante da conquista do título geral. Apesar de nenhuma delas ter chegado às finais, a Conclave foi a equipe com maior número de semifinais disputadas (6). “Estar presente em tantas semifinais demonstra a força dos nossos coletivos e a consistência do trabalho que vem sendo realizado.” ressalta Henrique sobre a performance dos times na competição.

Os diretores contam que o clima na delegação era de confiança e que todos trabalharam juntos para conseguir o tão sonhado troféu. “Os atletas queriam MUITO, disputaram com muita garra e vontade, inclusive nos nossos jogos mais difíceis. A torcida também foi crucial para esse resultado.” diz Zayra. “O título foi construído por muitas mãos e é resultado direto do empenho coletivo de atletas, gestão, comissão técnica e da A Geral, que acreditaram até o fim que era possível trazer essa conquista para casa.” completa Henrique. Ambos afirmam que este título de 2026 trouxe uma sensação de alívio e orgulho, tirando o gosto amargo do vice-campeonato de 2025: “No fim, o que mais me marcou foi perceber que aquele grito de campeão, que ficou entalado em 2025, finalmente saiu.” finaliza Henrique.
Expediente
Redação: Catarina Silveira
Edição: André Quintão
Coordenação: Ana Carolina Vimieiro