O América estreia neste domingo (24) no Campeonato Mineiro Feminino 2023. Nesta reportagem entrevistamos Luiza Parreiras, diretora das Spartanas, e Radija, artilheira da equipe, para falar sobre as expectativas neste novo desafio.
Categoria: Esportes Femininos
Time que desafiou preconceitos em 1958, visa a reestruturação da equipe e encara o Campeonato Mineiro em busca do Brasileiro
O Atlético é atual tricampeão do Campeonato Mineiro e, mesmo com um desempenho abaixo do esperado em 2023 e sem um dos destaques do time no ano, o clube está em busca de mais um título.
O Cruzeiro estreia no Campeonato Mineiro Feminino neste domingo (24), contra o América. A equipe celeste se reforçou e tem o objetivo de alcançar o título pela segunda vez. Conversamos com atletas a respeito das novidades, da preparação e das expectativas para a competição.
Leoas da Zona da Mata abrem o Estadual neste sábado (23), a partir das 15h, contra o Uberlândia.
Em 2022, o Uberlândia Esporte Clube foi a equipe campeã do interior do Campeonato Mineiro Feminino. Depois de passar por mudanças no elenco, confira como as “Meninas do Verdão” chegam para a edição de 2023 do campeonato estadual.
A Copa do Mundo do Catar chegou ao fim. Mas ano que vem tem Copa de novo. Será que os brasileiros, que sempre apoiam intensamente a seleção masculina, estão lembrando disso? Nessa reportagem, falamos um pouco do que mudou de 2019 para cá na modalidade feminina e sobre a preparação da seleção.
As gêmeas idênticas foram incentivadas a nadar pelo pai por segurança e o passatempo acabou se transformando em profissão. Entrevistamos as duas atletas e o pai, Eraldo, que gerencia a carreira delas, e que nos contaram sobre os desafios da preparação para Tóquio e das expectativas de conseguirem a classificação.
Acompanhamos a situação das equipes femininas de base dos 3 grandes times de BH: Atlético, América e Cruzeiro. A falta de visibilidade e investimento intensifica a fragilidade da modalidade, mais suscetível a abalos em cenários de crise do que as categorias de base masculinas.
Naturalização do machismo e da homofobia na cultura das torcidas faz com que mulheres e comunidade LGBTQIA+ não se sintam acolhidos e seguros o suficiente nesses espaços. Mas não faltam casos de resistência.