Torcida organizada do Cruzeiro de garotas hoje conquista espaço nas arquibancadas, quebra estereótipos e fortalece o futebol das mulheres.
Categoria: Edições especiais
O futebol feminino brasileiro tem conquistado novos espaços, torcedores e torcedoras a cada temporada. Apesar da expansão constante, ainda há desafios importantes que impedem a modalidade de alcançar todo o seu potencial, entre eles, o difícil acesso aos estádios, a pouca divulgação dos jogos e a limitação na venda de ingressos, principalmente nas fases iniciais dos campeonatos.
O futebol feminino brasileiro vive atualmente um período de transição decisivo. Trata-se de uma fase marcada por uma tensão permanente entre duas demandas igualmente urgentes: de um lado, a cobrança imediata por resultados expressivos dentro de campo, que alimentem a paixão da torcida e sustentem a visibilidade do time; de outro, a necessidade de estruturar bases sólidas, capazes de assegurar profissionalização e longevidade ao projeto.
A maior artilheira do Brasileirão, com 74 gols, vive um momento histórico no Cruzeiro, clube que a contratou para ser a cara de um projeto que vem provando o potencial do futebol de mulheres com planejamento e investimento.
Conheça a trajetória de Vanessa Lorrany, a talentosa atacante de 28 anos que defende o manto azul desde quando o Cruzeiro jogava no futebol amador, em 2019.
Esta edição aborda as diversas práticas esportivas e corporais com as quais estudantes, professoras/es, servidoras/es e outros integrantes da comunidade da UFMG se engajam no dia a dia da universidade. Ela marca a criação da seção especial UFMG Esportes aqui no site e do perfil @ufmgesportes no Instagram para falarmos de forma regular de tudo que rola sobre esportes na UFMG.
Estudantes, docentes e outros funcionários da universidade têm optado por caminhar ou ir de bicicleta para o campus; o hábito contribui para o bem-estar, mas há desafios como falta de iluminação e sensação de insegurança.
Nesta reportagem, conversamos com Andressa da Silva Mello, coordenadora do projeto de extensão responsável pelo treinamento dos medalhistas e entrevistamos Arthur Xavier que, com apenas 17 anos, já é medalhista de bronze na natação paralímpica.
Conheça alguns dos projetos universitários que visam promover a melhoria da qualidade de vida, como o Programa de Envelhecimento Ativo que oferece atividades para pessoas a partir de 45 anos.
O boom da ginástica após Paris 2024 aumenta o interesse dos adultos em começar novas atividades físicas.